sexta-feira, 23 de outubro de 2009

por conseguinte

Foto: fhotobucket.com
pois sim. vejamos bem. estou sozinho. ou, como se costuma dizer, sem vivalma por perto. é ruim estar sozinho? há muito tempo decidi que não. eu sou – e digam o que quiserem – a minha melhor companhia. é claro que existem companhias raras, especiais. é claro que existe a alegria incomensurável de certas companhias que nenhum prazer da solidão substitui. mas estas, como é próprio das coisas raras, não estão sempre à mão.
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Therefore yes. let us see well. I am alone. or, if one may use the expression, without vivalma for close. it is bad to be alone? it has much time I decided that not. I am - and they say what to want - mine better company. he is clearly that they exist company rare, special. it is clearly that the incommensurable joy of certain company exists that no pleasure of the solitude substitutes. but these, as he is proper of the rare things, are not always by hand.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

por uma vida menos ordinária

Foto: agnaldo ribeiro

Era uma vez um garoto que nasceu em pleno calor de agosto, numa manhã qualquer perdida no universo da sua memória. Logo cedo tomou gosto pela leitura. Pelas palavras de autores desconhecidos imaginou um mundo abrigado de consternação e angustia. Um dia quando contemplava a tarde quente, imaginou: “acho que Deus usou três galões de tinta muito azul para pintar o céu hoje” o chão que deitava era avermelhado e se ele pudesse visualizá-lo agora, do alto, ficaria encantando com a intensidade das cores, com tanta beleza. O tempo passou, e com ele a vida cresceu, tomou outro rumo. Hoje, agora, nesse momento, no caminho oposto ao seu, um lampejo de nostalgia dança no palco dos seus olhos. Nos dias bons ele sonha, nos outros pesca a existência por uma vida menos ordinária.

a arte de dizer não.

Eu gosto de infâmia. Por isso sem meias verdades aqui. Tenha a bondade!