quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Não venha, não venha, eu não quero. Eu me sinto bem assim, sozinho. 
Fique aí mesmo onde está. Ande pelas mesmas ruas onde eu ando, mas não pise em mim; eu nunca mais vou me angustiar e não será por sua causa que quebrarei a seguinte promessa: eu nunca mais vou me angustiar.
Não me tome pela mão, nem me leve para andar em seu parapeito. Tenho vertigens, desequilibro-me facilmente e posso desabar no meio da quadra e sequer quero desabar no meu chão, quanto menos no chão alheio, o chão onde pisam centenas todos os dias. Esse chão sujo e duro não é lugar para mim. Não venha, não venha. Eu não quero. Eu me sinto bem assim. Sozinho.

sábado, 14 de janeiro de 2012



Você aí, mortal!. Não se atreva a queimar as plantações de paz das quais eu sou o bravo protetor!
Sua hipocrisia te cega. Suas leis e regras estúpidas não condizem com o real. Você, uma pedra e eu somos a mesma coisa. A planta, a água e o ar também. Você e uma alface são perfeitamente compatíveis, basta um zoom nas suas células. Sua genética é só 0,5% diferente da dos macacos. Seu cérebro atrofiado pensa que só porque pensa é melhor que os outros, pensa que pensar é uma qualidade divina. Pense, ignorante, que pensar nada mais é do que uma qualidade necessária para a sua sobrevivência. Ou você acha que com este corpo frágil sobreviveria no planeta se não fosse um tiquinho inteligente? Tente parar de pensar e exista plenamente. As coisas que não pensam continuam existindo. E pare de uma vez por todas de classificar atitudes extremamente humanas de animalescas. Animais irracionais nunca fariam as idiotices que você faz raciocinando. Ponha-se no seu lugar, bactéria do universo!!





Odeio quem me rouba a solidão sem em troca me oferecer verdadeira companhia.
Nietzsche



domingo, 1 de janeiro de 2012



Seja bem vindo 2012!

a arte de dizer não.

Eu gosto de infâmia. Por isso sem meias verdades aqui. Tenha a bondade!