segunda-feira, 30 de maio de 2016


É muito bizarro observar, sem janelas, o comportamento atual de uma parcela da população, bizarro e triste.
O que diferencia o cangaço de Lampião, Procrustes da mitologia Grega, Lhamas Peruanas e Tucanos Brasileiros? Nada.
Os militantes brasileiros estão ficando cada dia mais parecidos com os nacional-socialistas alemães dos anos 20-30. Mas pra que falar disso aqui, eles não tem mesmo ideia do que foram aquelas bestas quadradas alemãs filocomunistas tão parecidas com os que vejo hoje.
Sabe porque isso acontece?
Ora, você gastou muito tempo fazendo politica estudantil, gastou tempo demais lendo livros pra adestrar o cérebro com ideias delirantes, estudando Karl Marx, Marilena Chauí...
Tentando conversar com esses militantes eu me lembro do Karl Popper, ele dizia: “Não é possível discutir com alguém que prefere matar-nos a ser convencido pelos nossos argumentos.”
Até um doutor em ciência e economia politica, anarquista declarado, Jesús Huerta de Soto, fala em alto e bom som: “O marxismo é a maior fraude intelectual de toda a história do pensamento humano”.
Os intelectuais de fato, não os pseudos intelectuais que vivem da lei Ruanet, também opinam a favor de mudanças. Mas é mais fácil pensar igual ao bandoleiro      conhecido como "Procrustes", "Procusto", "Damastes" ou "Polipémon" que queria tornar todas as pessoas iguais, então às atacava e as prendia em uma cama, o famoso leito de Procrustes, cortando pedaços delas quando eram muito grandes ou as esticando em barras de metal quando eram pequenas. É uma lição mitológica poderosíssima sobre o pensamento de esquerda e a busca por “igualdade” entre humanos diferentes. Também se nota que o leito de Procrustes afeta o cérebro de pessoas que militam em manada. É muito perigoso pensar em bloco. À esquerda no mundo nunca atingiu uma igualdade econômica, mas produziu pensamentos rigorosamente idênticos em seus acólitos. É como se seus raciocínios saíssem de uma linha de produção fordista. Enquanto à direita, de Maritain a Louis Lavelle, de Eric Voegelin a Olavo de Carvalho, busca a consciência individual e uma noção de si mesmo perante um mundo hostil com um certo e um errado nem sempre claros, a esquerda pensa em manada, confiando no poder da boiada e do modismo. É o que Erik Von Kuehnelt-Leddihn chama de rebanhismo.


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a arte de dizer não.

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